O que é igual
A mecânica é idêntica. Uma situação curta e estranha. Perguntas que só aceitam sim, não ou tanto faz. O momento em que alguém diz já sei e conta a história. Os clássicos que aparecem nas cartas de Black Stories, como o homem do elevador, o barman e o soluço ou o paraquedas no campo, são folclore anterior ao jogo, e estão aqui reescritos do zero.
O que é diferente
- Dá para jogar sozinho. O mestre é uma inteligência artificial que conhece a solução e responde a qualquer pergunta com Yes, No ou Doesn't matter. Não precisa de grupo nem de alguém que leia o verso da carta.
- É em inglês, com rede de proteção. A situação vem em três níveis de inglês, Easy, Medium e Hard. Qualquer palavra abre a tradução ao toque. A pergunta pode sair com erro: o mestre entende e mostra a forma certa ao lado.
- Sem gore. Black Stories vive de morte violenta. Aqui, morte só aparece quando é o mecanismo do enigma, e nunca com sangue. Dá para jogar em sala de aula e em família.
- Cem cartas, cinco categorias. Além dos clássicos, há casos de negócios, cotidiano, tecnologia e viagem que não existem em nenhum baralho.
- Ficha para imprimir. Se você quer jogar em grupo do jeito tradicional, cada caso tem a carta e o gabarito em páginas separadas.
Por que jogar em inglês
Porque a graça do Black Stories está em perguntar, e perguntar é o que o brasileiro menos treina em inglês. Uma rodada rende de quinze a trinta perguntas com did, was e could. Quem joga por diversão sai com a estrutura da pergunta automatizada. É a razão de este site ser mantido por uma escola, a Lingualize, e não por uma editora de jogos.
Se você é o mestre do grupo
Imprima a ficha, leia o gabarito antes e siga a regra de ouro: só Yes, No e Doesn't matter. Pergunta aberta recebe Ask it another way. O blog tem as regras de mesa, com limite de tempo e rodízio de perguntas, e um roteiro de vinte minutos para professores.


